quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Praça de Ibirité corre o risco de desabar

A praça central de Ibirité, conhecida como Praça do Fórum, era um dos poucos locais de lazer na cidade, até o começo de sua reforma, em meados de 2008, no mandato do ex-prefeito Toninho Pinheiro.

A estrutura anterior foi demolida dando lugar a um estacionamento, e sobre ele foi erguida nova praça. Depois de dois anos em obras a praça foi reaberta à população, exatamente na véspera do primeiro turno das eleições (2/10), quando eram candidatos o deputado estadual Dinis Pinheiro e seu irmão ex-prefeito Toninho Pinheiro, padrinhos políticos do prefeito Laércio Dias. Em Ibirité, é comum a inauguração de obras a cada dois anos, coincidindo sempre com o período eleitoral.

Quem passa pelo local não imagina os riscos que corre, já que a estrutura ameaça desabar. Sob a praça, foram colocadas colunas de ferro para dar sustentação, pois a laje recém-inaugurada apresenta infiltrações e rachaduras (fotos em anexo).

“Esta Praça é mais um exemplo de como o dinheiro do contribuinte é gasto sem nenhum critério. A obra, que custou cerca de R$ 500 mil, foi feita sem que a Câmara fosse consultada, como manda a Lei Orgânica de Ibirité, e muito menos sem ouvir a comunidade. A praça, no mínimo, já deveria estar interditada, para evitar um desastre maior. Se não existe respeito nem transparência com o bem público, pelo menos que tenham zelo pela segurança e pela vida das pessoas”, indigna-se o vereador Toninho da Evangelização (PT).

O vereador considera, ainda, que deve haver transparência no planejamento e execução das obras, coisa que, segundo ele, não acontece em Ibirité. Por isso, junto com os vereadores da oposição, pretende entrar com um pedido de instalação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara Municipal.

“Não sabemos qual é o critério da prefeitura para escolher as empresas que tocam obras na cidade. Tudo é feito sem conhecimento da sociedade, planejamento, transparência ou prestação de contas. É direito da sociedade saber o destino dos impostos que paga e dever do prefeito gastá-lo bem, com honestidade e transparência. Se tudo está dentro dos conformes, o prefeito não tem motivo para temer uma CPI”, conclui Toninho da Evangelização.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Caminhada pela paz

Centenas de fiéis participaram, no dia 21 de março de mais uma caminhada em busca da paz. A concentração foi na capela de Nossa Senhora da Piedade, no Bairro Jardim Ibirité. Pelo segundo ano consecutivo, Frei Demerval iniciou a via sacra e presidiu a celebração da Santa Missa, na capela Nossa Senhora do Carmo.
Assim como o povo de Deus, ao sair da escravidão do Egito até à terra prometida, enfrentou várias situações que fez com que muitos murmurassem, nesta caminhada a situação também não foi diferente. Ainda na gruta de Nossa Senhora Aparecida, a chuva veio e se tornou uma companheira de caminhada. Alguns voltaram dalí mesmo, porém muitos continuaram.
O povo de Israel atravessou o mar e caminhou pelo deserto, durante 40 anos. A caminhada vicentina, foi de aproximadamente quatro horas e proporcionou aos participantes, passar por estradas asfaltadas, linhas férreas, estradas de terra e muita lama.
Assim, como no final da caminhada, o povo de Deus chega até a terra prometida, depois de passar por várias situações, os participantes da caminhada vicentina, também chegam na Capela Nossa Senhora do Carmo, bem lá no pé da serra.
Durante a celebração Frei Demerval ressaltou a importância da vivência em comunidade e afirmou que nínguém é excluído do olhar misericordioso do Senhor. "Durante a caminhada, todos tiveram a oportunidade de contemplar o brilho do sol, de receber os pingos da chuva e já próximos à capela de misturar-se com a terra, tudo isso foi uma experiência de Deus em nossas vidas", disse o Frei.
Frei Dé, ainda cantou que todos são dignos da misericórdia do Senhor, pois somos feitos a imagem e semelhança do nosso Deus. "Mesmo que você esteja na lama, nas drogas, na prostituição, saiba que Deus ama o pecador. O que Deus não ama é o meu, o seu e o nosso pecado, por isso volte e deixe ser restaurado pelo amor misericordioso do Senhor", afirmou Frei Dé.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

CRIADO ATENDIMENTO DA LINHA 3560 PARA OS MORADORES DO BAIRRO LOS ANGELES







Apartir do dia 18 de janeiro de 2010, a linha 3560 Marilândia-Bhte, vai atender os moradores(a) do Bairro Los Angeles, em Ibirité. Esta foi uma conquista do mandato coletivo do vereador Toninho da Evangelização-PT, juntamente com a diretoria do Conselho de Segurança Pública (Consep).

O vereador Toninho e membros do Consep, reuniram na comunidade com o diretor da viação sidon Ltda - Ronaldo Cunha, o gerente de transporte Alex e o representante do DER/MG Fabio Damião. O vereador Toninho disse que a implantação de um atendimento para os moradores(a) faz-se necessário pois diariamente, centenas de pessoas caminham três quilômetros ou mais, até o ponto de ônibus mais próximo.

Os diretores do Consep encaminharam os ofícios, juntamente com a indicação feita pelo vereador Toninho, para criação do atendimento ao DER/MG, que elaborou o projeto técnico. Segundo a diretoria do Consep a criação deste serviço à comunidade vai trazer mais segurança e mais tranquilidade para os moradores.

Segundo os moradores(a) a implantação deste serviço veio em boa hora, porém ainda teremos que lutar por muito mais, que é do nosso direito (Saúde, Educação, Saneamento Básico, Transporte Escolar, etc). "Queremos agradecer e parabenizar o Consep e o veredor Toninho da Evangelização por esta conquista em favor da nossa comunidade", disseram os moradores(a).

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Vereadores rejeitam projeto em favor dos comerciantes de Ibirité

O vereador Toninho da Evangelização apresentou em junho de 2009, um projeto de lei que visava facilitar a vida dos comerciantes da cidade de Ibirité. O projeto tinha como objetivo conceder um prazo de cinco anos de validade para o alvará de funcionamento dos estabelecimentos comerciais, com pagamento anual, apenas da taxa de renovação.
Porém, somente na última reunião ordinária da câmara, 14 de dezembro de 2009, o presidente Fábio B. de Araujo colocou o projeto em votação e os vereadores que compõe a base do governo votaram contra. Assim, o projeto foi rejeitado por sete votos contrários contra quatro favoráveis.
Segundo o vereador Toninho, o principal objetivo do projeto era atender uma antiga reinvindicação dos comerciantes. Porém, os "colegas" do legistalivo abriram mão de prestar um serviço à população de Ibirité, apenas por questões políticas. "É vergonhoso quando uma casa legislativa deixa de cumprir uma das suas principais funções que é legislar. É uma pena que o projeto foi rejeitado", afirma Toninho.
O vereador Toninho agradece o apoio recebido pelos vereadores Cícero Metalúrgico, Artuzinho e William Parreira que ocuparam a tribuna e falaram da importância do projeto em favor dos comerciantes.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Projeto Com Fé na Política

O vereador Toninho da Evangelização participou na quinta-feira, dia 29, às 19h30, no teatro do campus Coração Eucarístico da PUCMinas, do lançamento do projeto “Com Fé na Política”, que contou com as presença do arcebispo metropolitano, Dom Walmor Oliveira de Azevedo, e dos bispos auxiliares, Dom Joaquim Mol, reitor da Universidade, e Dom Aloísio Vitral.

O objetivo do projeto é criar fóruns permanentes de formação e debates para o acompanhamento dos trabalhos dos políticos eleitos nos 28 municípios que compõem a Arquidiocese de Belo Horizonte. A iniciativa da Arquidiocese tem a parceria do Núcleo de Estudos Políticos da PUC Minas (NesP).

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Sem renda oficial suficiente, Aécio compra, por R$ 12 milhões, apartamento que pertenceu a seu avô Tancredo

Ex-assessor de Tancredo se assusta ao folhear relatório sobre o crescimento patrimonial do atual governador de Minas Gerais e afirma: “Quem diria, aquele jovem vindo do Rio de Janeiro, após a eleição de seu avô ao governo de Minas em 1982, trazendo em sua mochila bermudas e camisetas. Seu primeiro terno foi comprado pronto na Mesbla, com recursos de seu avô”.

Esta realidade assusta não só aos ex-assessores de Tancredo, mas a todos que conhecem a história de Aécio Neves.

Jamais exerceu qualquer atividade empresarial, comercial ou industrial. Desde 1983 exerceu apenas cargo público, ou seja, recebeu salário, primeiro no governo de Minas como assessor de seu avô, depois diretor de loterias na Caixa Econômica Federal e deputado federal por quatro mandatos, até ser governador de Minas.

Em 2006, após seu primeiro mandato de governador, seu patrimônio já gerava desconfiança. Porém, o crescimento após 2006 ultrapassa qualquer explicação. A não ser que o governador tenha ganhado três prêmios acumulados da mega-sena sozinho.

Aécio Neves, então candidato a governador de Minas em 2006, declarou ao TRE/MG um patrimônio total de R$ 831.800,53. Apenas três anos depois de eleito para o segundo mandato, o governador mineiro, apenas em uma aquisição, conseguiu ampliar 50 vezes seu patrimônio imobiliário, adquirindo a participação de todos os herdeiros de seu avô Tancredo no luxuoso apartamento situado em Copacabana, na cidade do Rio de Janeiro. O total pago foi de R$ 12 milhões, à vista.

Há um farto folclore sobre a suposta vocação dos mineiros para serem econômicos e demonstrarem conservadorismo na administração do dinheiro. É bastante provável que a fama seja inteiramente injusta, mas a declaração de bens do governador de Minas bem que dá asas à ideia de que, “uai, tem mineiro guardando dinheiro no colchão, sô”.

O economista Aécio Neves, 49 anos, informou à Justiça Eleitoral em 2006 que possuía em espécie R$ 150 mil. Declarou ainda um apartamento na cobiçadíssima Avenida Epitácio Pessoa, no bairro carioca de Ipanema, que apareceu na declaração de bens de Aécio com o preço de R$ 109,55 mil.

Ele não discrimina o número de dormitórios que tem o imóvel, mas uma rápida pesquisa em classificados de jornal mostra que o dinheiro é pouco até mesmo para comprar um “quarto/sala” por ali.

O fato pode ter a ver com um hábito dos políticos. Eles costumam utilizar nas informações prestadas à Justiça Eleitoral os valores dos imóveis constantes das declarações de Imposto de Renda.

Nessas, o contribuinte é impedido de atualizar o valor do bem à luz dos preços de mercado porque o esfomeado Leão quer aumentar ao máximo a possibilidade de morder ganhos de capital elevados, aumentando artificialmente o lucro obtido pela eventual venda do imóvel. Em tese, à Justiça Eleitoral, o candidato deveria informar o valor real do bem.

Além do apartamento de seu avô, outros imóveis foram adquiridos no litoral, principalmente em Angra dos Reis. Em Angra, o preço dos imóveis ultrapassa o valor pago no apartamento de seu avô.

Até mesmo dois imóveis no exterior seriam de propriedade do governador mineiro. A maioria dos imóveis encontra-se registrado em nome de empresas, desta forma, o nome do governador não aparece.

No contrato social também consta como sócia outra pessoa jurídica, uma empresa de “participação”. Entretanto, a maior parte do patrimônio do governador de Minas está em nome de empresas registradas em paraísos fiscais e em fundos internacionais, como ficou provado na investigação realizada pela Polícia Federal nos fundos administrados pelo Banco Opportunity, de Daniel Dantas.

Nestas investigações, diversas remessas realizadas desde 2003 por doleiros da Construtora Andrade Gutierrez e Camargo Correia foram identificadas como sendo para Aécio. Estes dados já se encontram em poder do Ministério Público e Receita Federal.

Evidente que o governador mineiro encontra-se no grupo de brasileiros que estão “acima da lei”, a exemplo do senador José Sarney. Desta maneira, membros da Receita Federal entendem que dificilmente ele será punido.

Na verdade, após a redemocratização do País, estes “senhores” organizaram o novo cenário de poder no Executivo, Legislativo e Judiciário. As Cortes superiores de Justiça têm quase a totalidade de sua composição por indicação do presidente da República.

“De 1985 até hoje, no STJ e STF já se renovou desta forma uma aliança entre Sarney, Collor, Fernando Henrique, Itamar e Lula representa uma ameaça para independência e estabilidade do sistema judicial”, afirma um ex-ministro do Supremo Tribunal Federal.

Políticos próximos de Lula informam que a recente posição de Aécio e de seu “escudeiro” Itamar Franco contra o Governo Federal é em retaliação às investigações feitas pela Receita Federal.

Senador do PSOL espera a presença da ex-secretária da Receita Federal, Lina Vieira, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado para indagar a respeito da pressão feita por Dilma Rousseff em relação à investigação de Aécio.

Outra questão que está sendo apurada é a participação do governador junto com o deputado Nárcio Rodrigues (PSDB) e o presidente da Assembleia Legislativa mineira, deputado Alberto Pinto Coelho (PP), no mineroduto de 525 km de extensão para transportar o minério de ferro do sistema Minas-Rio, saindo de Conceição de Mato Dentro (MG) e chegando ao Porto de Açu, no Rio de Janeiro.

Obra que inclusive está para ser suspensa pelo Ministério Público Federal por irregularidades.

A participação do governador mineiro no setor elétrico seria também através de uma empresa. No inquérito, assusta a omissão da Codemig em relação aos pedidos da empresa de Daniel Dantas para pesquisa e exploração de jazidas minerais que pertencem à empresa mineira.

As investigações comprovam ainda que a diferença entre o valor declarado como da venda de nióbio de Araxá e o realmente recebido no exterior é escandaloso e estaria sendo administrado por um fundo pertencente ao Unibanco no exterior, que, por sua vez, vem aportando recursos no fundo que coincidentemente Aécio tem cotas.

Embora publicamente demonstre pouca amizade, Aécio é amigo desde a infância do proprietário do Unibanco, pois no mesmo prédio (apartamento adquirido por Aécio recentemente) sempre morou Walther Moreira Salles e seu avô Tancredo Neves.

Um dos procuradores da República encarregados das apurações foi procurado e nada quis afirmar, apenas advertiu ao Novojornal: “Relatar a totalidade do patrimônio de Aécio Neves antes da apresentação da denúncia seria trazer descrédito para o caso”.

O procurador tem razão, o crescimento patrimonial de Aécio realmente assustará, principalmente aos mineiros. Embora o enriquecimento de governadores de Minas Gerais após o término do período militar tornou-se natural.

Basta ver o patrimônio de Hélio Garcia e Newton Cardoso. Pouco visível fica o patrimônio de Itamar e Azeredo, que sempre utilizaram “intermediários” para tratar desses assuntos.

A assessoria de imprensa do governador foi consultada, mas não retornou à reportagem.

Fonte: http://www.novojornal.com/politica_noticia.php?codigo_noticia=11020

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Prefeitura de Ibirité usa de modo irregular os recursos do Fundeb

Após várias denúncias no ministério público municipal, estadual e federal, tivemos o apoio do jornal Estado de Minas, edição do dia 21/09/2009, para nos ajudar a denunciar os abusos cometidos pela administração anterior e a atual da nossa cidade. Clique no link abaixo leia, e divulgue.